6:45
Maldito Vilela, assim não dá! Vou ter que lhe por uma mordaça na boca.
Sinto-me todo roto e a semana ainda mal começou.
O dia de trabalho mais uma vez passa lenta e custosamente.
Hoje é dia de Chelsea-Levski de Sófia, para a Liga dos Campeões, jogo para o qual havíamos comprado 5 bilhetes, a contar com a Margarida, que ontem tinha telefonado a dizer que afinal não iria poder ir.
Oh Diabo, vamos ter que arranjar um substituto, ou ficamos agarrados a um bilhete de £45 (67,50€).
Telefono ao Pedro S. Pinto, que se disponibiliza a vir connosco ver a bola.
Encontramo-nos todos no Prince Albert, bebemos uma pint e seguimos para o estádio.
As coisas estão bem organizadas e rapidamente descobrimos a nossa entrada e os nossos lugares, que são dois num sítio e os outros três a uns dez metros de distância.
A atmosfera está ao rubro, ouvem-se cânticos de apoio, aplausos, vêem-se bandeiras e cachecóis no ar.
O jogo começa e a adrenalina já está a bombar. O público vibra.
Recebo uma chamada do Miguel a perguntar se eu sabia da Tareca. Não, respondi. Ela estava perdida e nenhum de nós sabia onde ela estava. Ligávamos para o telemóvel e não obtinhamos resposta.
Saio da bancada e vou para os corredores para ver se a vejo: nada!
Começo a ficar preocupado e pergunto ao Steward se já tinha havido algum caso de rapto dentro do estádio. Ele diz-me que não e pede-me a descrição da minha amiga.
O Miguel liga-me novamente e diz que afinal ela está no estádio, mas sentada no local errado, para eu ir lá ajudar a encontrá-la.
Lá a descubro, com um ar de quem estava à rasca e vou buscá-la para o lugar certo.
Durante a primeira parte, o Chelsea marca o primeiro golo. É a explosão total. Mais cânticos.
Intervalo: o jogo não está a ser muito entusiasmante, o Chelsea já tem a qualificação garantida, não precisa muito de por o pé no acelerador, basta-lhe gerir o esforço.
Segunda parte, já perto do final da partida, o Chelsea marca o segundo, nova explosão de alegria e mais uns cânticos.
Final do jogo, o público aplaude e vai saindo do estádio de forma ordeira e organizada.
Como saímos um minuto antes do apito final, a Tareca não gostou e fez beicinho, que se prolongou ainda por algum tempo. Esquece lá isso Tareca!
A Margarida, que mora ali perto, convidou-nos para ir beber um copo com ela, pelo que nos metemos a caminho, primeiro de metro e depois a pé, mas o perto afinal não era assim tanto. Já depois de andármos bastante, apanhamos um táxi até ao restaurante/bar chamado “Tuga”, cujo dono é Tuga. Que coincidência fantástica.
Como estávamos todos cansados, acabámos por ir para casa mais ou menos cedo, comparando com as noites anteriores.
08 janeiro 2007
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2 comentários:
antes de qlqr comentario adicional, acho uma piada!!!!
quer dizer o gajo enche-se de pints, até às "quinhentas" e eu é q sou o culpado!
tá bem abelha...
nem q te F... 100 mil vezes q me metes as culpas!!!!
so faço mais um comentário a este post:
O Tuga (tuga restaurante) q se ponha a pau...
a nossa bela super Bock tão achincalhada num sitio q seria suposto puxar por ela
e com a concorrencia tão forte.
É que a imperal estava morta assim q chegava à mesa...
...mas mesmo assim só por via das duvidas ainda tivemos q beber 2!!!!
hahaha
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