Acordámos a meio da manhã e fomos fazer compras para a casa.
A noite não foi muito bem dormida, pois dormi com o Vilela na minha cama que ressona que nem um porco. Vilela, desculpa lá, mas agora passou a ser público. Além disso, ele mexe-se imenso durante o sono. Devia estar a querer festas ou carinho.
Comemos qualquer coisa para servir de almoço, tomámos um shot de rum para animar as hostes e aquecer a alma e saímos com o destino delineado: fomos visitar a Tate Modern.
Esta é uma galeria de arte instalada numa antiga fábrica, cujo edifício se distingue por uma chaminé bastante alta, que alberga obras dos principais pintores e escultores do século XX, desde Picasso a Roy Liechtenstein, passando por Salvador Dali até Andy Warhol.
Para vos dizer a verdade, não achei nada de especial. Houve meia dúzia de coisas de que realmente gostei, mas a maior parte, sobretudo dos artistas mais recentes, deu-me a sensação que qualquer criancinha de 5 anos conseguia fazer igual ou melhor. Gosto claramente mais de pintura clássica.
Depois da exposição, atravessámos o rio e fomos visitar a Catedral de St. Paul, igreja sem dúvida imponente e bonita.
Dirigimo-nos para a zona de Covent Garden e como achámos que a garganta já estava seca há muito tempo, fomos experimentar um vinho quente que serviam num quiosque, a £3 cada copito tipo shot.
Mas lá que souberam bem, lá isso é verdade.
Como a Tareca e o Miguel foram ter com uma prima da Tareca para ir ver a casa dela, o Vilela e eu achámos que devíamos continuar a experimentar as iguarias da zona, por isso fomos para um pub beber cerveja, que é o melhor pitéu que aqui servem.
O pub chama-se “Serpent” e em pouco tempo já tínhamos uma pint na mão e conversa feita com o gerente do pub, tuga, como é óbvio.
Quando a pint acabou, fomos encher o copo para outro pub de Covent Garden, este já um sítio maior e bem composto. Arranjamos uma mesa para nos sentarmos e convidamos duas moçoilas a sentarem-se connosco, ao que nos respondem que iam só acabar uma conversa que estavam a ter e já se juntavam a nós.
O Vilela e eu entrámos imediatamente em apreciações dos atributos físicos das meninas e em cogitações sobre qual das duas recaía a nossa preferência, para o caso de virmos a ter sorte nessa noite.
Querem saber o que aconteceu? Não tivémos sorte! Damn! Passado um bocado, uma delas veio ter connosco a pedir desculpa, mas afinal tinham que se ir embora. Pelo menos foi educada, a rapariga.
Depois de algumas jolas e muita gargalhada, fomos ter com a Tareca e o Miguel, a prima da Tareca e o marido, a Isabelinha e o Diogo, que nos levaram a jantar a um restaurante tailandês duma cadeia de restaurantes que muito sucesso tem por aqui em Londres. O nome do restaurante não revelo, não por poder estar a fazer publicidade indevidamente, mas sim porque simplesmente não me recordo dele.
Os pratos estavam todos óptimos, assim como as cervejas tailandesas que fomos emborcando a acompanhar o jantar.
Depois do jantar ainda fomos beber mais umas pints para o Prince Albert, um pub de Notting Hill.
Ainda ficámos por lá um bom bocado, até que nos viémos embora já meio aos ésses, em direcção a casa, pois amanhã havia quem tivesse que trabalhar.
08 janeiro 2007
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1 comentário:
Pois é bebe...
neste dia já estavamos a entrar em velocidade de cruzeiro...
Pints, e pints e mais pints...
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